
A adaga em minha mão furiosa rompe minha carne escarnecida. A cachoeira de sangue revela sua cor carmesim de tristeza. Sangue começa a escorrer furiosamente, revelando todo sofrimento que sai de minhas veias assassinas! Manchando o chão com a peste da impureza, assim meus pulsos são cortados com frio desespero. Agonia e o desprezo me abraçam, ódio na ponta da lâmina cortante me envolve, a loucura me acariciando como sua criança mais nova. Nostalgia me cobrindo com um véu de lembranças tempestuosas. Desejo aniquilante de alegria foi rompido por um súbito, eterno e assassino desejo de inexistência. /cg/